The Zen of Zombie

Porque Zumbis também fazem Ioga…

Na verdade esse vídeo foi um promo para o livro “The Zen of Zombie” – um livro de auto-ajuda para aquelas pessoas que se comportam como zumbis no dia-a-dia, ou seja, fazem tudo automaticamente. Interessante ou não, fiquei curiosa.

Tunt tunt tunt tunt

*Foto by Deviantart

Ainda no pique!

A sensação de liberdade quando você vai eliminando pouco a pouco as pedras que carrega é tão prazerosa que você a sente percorrer em cada capilar, artéria e veia do seu corpo. É uma espécie de loucura sadia. Ou pelo menos é assim como me sinto: estranha e feliz!

Hoje estou voltando aos meus focos anteriores: já organizei (no papel apenas) meus dias de estudos para o mestrado e faculdade e quando e como vou começar minha dieta. Hoje vou formatar no computador e pendurar em todos os cantos da casa. Algumas coisas eu preciso ver para saber que existem!

Agora só me cabe executar!

À Toda

Hoje eu me senti com a adrenalina correndo solta na minha corrente sanguínea. Não, não aconteceu nada demais (e talvez isso é que seja estranho). Fiquei com mil coisas na cabeça após horas seguidas de leituras e estudos teóricos de cálculo via Skype. E some a isso muita coca-cola e café (Ah sim, a dieta).

Hoje eu li os blogs da minha lista de favoritos e outros tantos que descobri por tabela. Leituras gerais, sobre filmes, meio ambiente e o dia-a-dia. Algumas me fizeram refletir e me trouxeram à tona uma sensação esquisita. Não sei explicar ainda muito bem o que é mas parece um Déjà vu. É engraçado como a vida de algumas pessoas se torna um ciclo vicioso (acho que cairia melhor venenoso). E eu posso jurar que ainda verei essas mesmas pessoas escalando a mesma parede e se jogando do mesmo precipício. A única coisa que parece mudar é a percepção que elas têm do mundo e das pessoas ao seu redor. Seria um começo mas é só a volta no quarteirão.

Minhas metas

Há um tempo atrás eu fazia três faculdades, trabalho e curso de inglês. Conclusão: estafa mental, estresse absoluto e mantinha minhas amizades por email, mensagens online e telefone. Definitivamente isso não é vida!
Fora que você não consegue se dedicar de verdade a nenhuma das tarefas e acaba desempenhando mal todas.
Resolvi então deixar minha vida mais clean, expurgando o que era desnecessário na minha vida deixando apenas o que realmente será importante para meu presente e futuro. Para saber que escolhas tomar comecei a traçar metas e, até agora, tem dado certo!

Meta 01:Reduzir as três graduações em andamento a uma só!
Confesso que essa foi a parte mais dificilpois gostava de todas de uma maneira especial. Mas convenhamos que três é um pouco de exagero, não? Optei por continuar na Engenharia pois ela me dará perspectivas melhores de trabalho.

Meta 02: Fazer uma Pós-graduação
Todas as minhas buscas por emprego e concurso na área da Biologia exigiam uma pós ou mestrado ou, até mesmo, doutorado. Eu adiei essa decisão por muito tempo porque não sabia em que fazer e estudar dois anos algo só para ter um diploma não combina comigo. Esse ano retomei alguns trabalhos que havia deixado de lado há alguns anos e estou me preparando para o Mestrado!

Meta 03: Ter mais tempo para mim e para me divertir
Pode ser um absurdo colocar isso como meta mas, como workaholic assumida, precisei me obrigar a largar um pouco o trabalho e estudos e me divertir mais.

Meta 04: Emagrecer!
Bem… é uma questão de necessidade já! Minhas roupas já não dão mais, eu já estou na casa dos oitenta, começo a ter problemas de saúde e realmente to começando a ter ojeriza pela minha imagem no espelho. Amanhã começo tudo de uma vez: Academia + Dieta. Coloquei uma sub-meta: chegar a 70 quilos até setembro, mas precisamente até a festa de formatura da Raquel!

Meta 05: Voltar a trabalhar com Moda!
Eu já percebi que não dá para deixar esse meu lado de escanteio então estou procurando formalizar tudo certinho para começar trabalhar!

Agora, com metas traçadas, é só colocar a mão na massa!

Voltando…

Ultimamente venho sentindo uma vontade danada de escrever. O que? Um montão de coisas da minha vida, meus pensamentos, vontades, desejos, sensações.

Vou ressucitar esse blog que há muito está esquecido (inclusive essa dieta que disse que iria começar aí embaixo hehehe).

2008



Mais um ano começa e mais uma vez preparo minha lista de “coisas a realizar em 2008″
Com certeza Emagrecer é uma delas!

Hoje é o dia de colocar coisas em dia e fazer as pretensas promessas ganharem mais força!

E eu hei de conseguir realizar essa!

Então… um brinde aos noivos!

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Foi uma festa linda. Organizada e preparada nos mínimos detalhes.
Todos muito bem vestidos, polidos e educados como ela previa. E não haveria de ser diferente! (embora por muitas vezes gargalhamos lembrando gafes horrorosas das festas de família)
O momento mais aguardado aconteceu e ela desceu bela e magnífica das escadas, escoltada pelo pai tão nervoso quanto ela. Este se orgulhou em comentar depois que não chorou em nenhum momento, mesmo na hora do “sim”. Nem ela mesmo chorou. Segurou firme e forte as lágrimas em nome da maquiagem.

Quanto a mim, sim estava feliz. Por ela e por mim, claro. Não realizei nada do que planejei para festa. Deixei minhas metas de emagrecer e encontrar um par interessante para a festa em uma gaveta empoeirada. Muita coisa ocupou minha cabeça esse ano e passei a dar importância para as coisas verdadeiramente importantes. A festa foi boa como haveria de ser. Músicas boas e músicas ruins. A comida era boa, embora não tenha comido quase nada além de berinjelas ao alho. Havia me prometido que dançaria muito e beberia todos os drinks oferecidos. Bem, não bebi nada alcoolico a não ser por um pró-seco no final da festa em uma conversa melancólia com uma das madrinhas e minha prima. Bebi a quantidade normal de água que bebo em um dia normal, o que se torna um absurdo para quem não me conhece ou até mesmo para uma festa com tanta variedade de bebidas coloridas e aromas encantadores. Não posso dizer que não me diverti na festa. As sensações passavam por mim e eu apenas as sentia ir embora e tocar outras pessoas. É estranho eu sei. Mas a estranheza já é minha companhia há um tempo.
Muitos rostos conhecidos. Uma amiga dos tempos de infância estava lá e pareceu que os anos não haviam passado em nada para ela e para os pais. Colocamos naquela mesa muitas lembranças de vinte anos atrás. Nada engraçado ou triste, apenas momentos. E logo eu estava em outra mesa lembrando de outros momentos, um casamento na qual fui co-responsável por ocorrer, uma adolescência muito estranha (para mim claro, para os outros eu era só uma menina católica e correta, seguindo os principios de blá blá blá… mas um deus) e outras tantas coisas engraçadas do passado.
A única coisa que me prometi e cumpri foi dançar. Dancei praticamente a festa toda, só parando no forró e nas pseudo-músicas baianas.Durante a dança eu conseguia abstrair tudo ao meu redor: as pessoas, o lugar em si e, às vezes, até a própria música. Uma libertação de tudo e de todos. Eu mantive a máscara de felicidade estampada o tempo inteiro. Foi mais fácil porque uma parte de mim estava verdadeiramente feliz. A outra parte reflexiva. Uma paz vem tomando conta de mim e com força total a medida que o tempo passa.

Fim da festa, todos indo embora. Viemos em uma van alugada por meu pai, abarrotados e cansados. As crianças capotaram antes dos adultos e espernearam com minha fila rápida para tomar banho e escovar os dentes. Eu e meu irmão fomos os últimos. Colocamos a casa em ordem novamente antes de desmaiarmos de sono.

Para alguns o casamento marca um novo ciclo de vida. Não sei se para ela foi o mesmo, mas espero que ela crie um.

Aguarde!

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Fonte: Deviantart

Eis o momento da espera.

Me vesti calmamente, coloquei minha roupa branca, mas por uma questão de costume do que crença. Aquele não seria um ano de paz, seria um ano de trabalho, definições importantes e, principalmente, espera.

 

Iniciei meu ano com essa premissa e batalhei cada dia tentando manter a paciência e o foco no que era ou acabou se tornando importante.

Nunca gostei de esperar, mas já o fiz muitas vezes. Minha tolerância tem estado ácida há algum tempo. A agressividade tomou lugar em mim várias vezes e em tantas eu mesma me impigi dor. Não sou lá muito boa em causar dor alheia, embora alguns digam o contrário. Eu mesma sofro mais, porque eu me dôo mais, por não exigir nada. A companhia amiga já me satisfaz.

Ao me manter em silêncio eu causei um mal maior. Ao relevar atitudes impróprias e ser condescendente com posições egoístas, eu me trai e trai aqueles quem amo.

Hoje minha reflexão soma todos esses pensamentos e sensações. Somo, separo, somo novamente, mas dessa vez classificando, ordenando e definindo minha postura e uma solução. Ou algo próximo a isso.

Não posso mais amar quem não me ama. Muito menos respeitar aqueles que não me respeitam ou destinar minha atenção àqueles que se vêem ocupados demais quando a recíproca é importante.

Há alguns meses resolvi usar aquela balança esquecida e cheia de pó que anos não tinha serventia. Não o fiz por gosto, mas por justiça.

 

A todos cujo chapéu oferecido aqui se ajustou muito bem às suas cabeças: Não me dôo mais! Procure o móvel mais próximo a vocês para se recostarem e despejarem seus problemas (sugeriria um utensílio próprio mas seria muito grosseiro…).

Érica está “off”! Em reformas!

 

Chegou o momento de exercer minhas vontades.

Em algum lugar da Itália

Sob o Sol de Toscana:

Acabei de assistir esse filme e posso jurar, sem sombra de dúvida, que foi a história com que mais me identifiquei. Não posso enquadrá-lo como meu filme favorito e de longe existem outros na fila, mas me pareceu eu mesma ali,ao invés da Diane Lane.

O filme narra a história de uma escritora (vivida por Diane lane) que tem sua vida emocional posta em cheque quando se divorcia, após um casamento de muitos anos. Ela então se muda para um prédio de divorciados e tenta aceitar (se resignar ficaria melhor) com sua vida triste e solitária. Sua melhor amiga a convence a fazer uma viagem em seu lugar para Toscana e ela aceita. Lá chegando, se encanta com o lugar e a excentricidade de alguns habitantes, incluindo uma ex-atriz local, e resolve comprar uma vila em ruínas. Aos poucos ela entra no clima da região, do povo tão amigável e conhece a plena felicidade.

Os dramas pelos quais a personagem principal passa são conhecidos de todos. Quem nunca sofreu quando acaba um relacionamento? Quem nunca se sentiu esquecido do mundo por algum momento? Quem nunca se perguntou “porque diabos nunca dá certo comigo?”?

Eu lembro de duas passagens no filme bem marcantes para mim: em um momento em que ela desabafa com um amigo a razão de ter comprado aquela casa tão imensa “eu só queria ter um casamento aqui, uma família habitando esses quartos. É o meu desejo!”. A outra passagem se refere a comemoração divertida (e solitária) quando ela volta de uma noite romântica, julgando ter encontrado o homem dos seus sonhos. Devo confessar que já fiz isso algumas vezes… não por achar que tenha encontrado o homem da minha vida, mas por ter conquistado alguma pessoa em específico na ocasião.

No decorrer do filme ela passa por mais uma decepção amorosa, que mexeu comigo tanto quanto com a personagem. Como disse, aquela lá era eu mesma, todas as características, os pensamentos de “porque eu?” e “porque não eu?”, a tristeza em certas ocasiões e euforia em outros, as perdas sucessivas e pequenas vitórias escassas. Uma vontade rápida e ligeira de desistir de tudo, aceitar as coisas como são e que assim seja. Mas agir dessa forma seria anular anos de desenvolvimento e amadurecimento. Seria até mesmo destruir meu otmismo e perseverança. Seria retroceder a uma pessoa já perdida.

O filme chega a um desfecho com uma conversa entre ela e o mesmo amigo com quem ela desabafou no início: “então seu desejo se realizou” “meu desejo? Não entendi” “sim, vc não queria um casamento nessa casa? Olhe ao redor (naquele dia estava tendo um casamento da filha de outro amigo na casa dela). E queria uma família tb habitando os quartos (a melhor amiga dela, juntamente com a filha, estavam morando com ela)” “é verdade… meu sonho se realizou. Eu consegui tudo o que queria”

Ups… contei o filme. Mas tem mais filme depois disso.
Assistam.

Delírio e Barnabás

delirio e barnabé

“Era uma vez, num reino cor de sorvete, uma pequenina princesa chamada Delírio e seu cão, Barnabás.
Era o dever de Barnabás cuidar da princesa, porque ela se distraía muito facilmente e, quase sempre se perdia se fosse passear sozinha.”

Acabei de ler “Os Pequenos Perpétuos” e agora entendo porque tenho tantas afinidades com a Delírio…