Palestras de Ontem

Ontem fui a duas palestras no centro do Rio bem interessantes.

A primeira: “Auditoria Ambiental – Uma Ferramenta da Gestão” , ministrada pela Química Maria Susana Souza Gama, foi muito interessante. Ela abordou conceitos e a legislação ambiental vigente, passando também pelas certificações (família ISO 14000).

A segunda palestra foi ministrada pelo Carlos Minc, atual Secretário do Ambiente do Estado, no CCBB. Das duas, essa foi a que achei mais interessante. Dentre vários assuntos, ele citou a participação popular nos assuntos ambientais e a experiência em alguns municípios do Rio da integração da população com instituições que impactam o ambiente (ele citou o caso da explosão do tanque de inseticida da Bayer em Belford Roxo e algumas medidas tomadas pelo Estado nesse processo), comentou sobre vários projetos ambientais que pretende implementar ainda esse ano, reciclagem, obras do PAN 2007, concursos púlbicos (que não acontecem há mais de 20 anos), fiscalização intensiva entre outros.

Não conheço profundamente a trajetória de vida do Carlos Minc, mas sei que ele sempre esteve empenhado em lutar pela causa ambiental. Ele me pareceu bem entusiasmado e determinado. Agora é esperar para ver… e cobrar!

Desafios para a Mídia Ambiental

Falta à mídia brasileira um senso de urgência” criticou o jornalista da Globo News, André Trigueiro, durante o simpósio nacional de jornalismo ambiental Imprensa Verde, realizado nos dias 18 e 19 de Novembro em Belo horizonte. André reclamou da posição do ministro José Carlos de Carvalho que disse que “Houve avanço porque não houve retrocesso”. O jornalista da Globo News defendeu uma imprensa ambiental subversiva, realmente denunciativa e propositiva. “É complicado viver em um planeta onde o modelo de produção é predatório e suicida”. É preciso, segundo André, reinventar o mundo e o jornalismo.

O jornalista da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental, Roberto Villar, participando do mesmo evento, cobrou a criação e expansão de uma mídia ecológica, baseada na solidariedade e na participação, com uma visão holística e interpretativa, que forneça ao leitor uma visão ampla do meio ambiente enquanto espaço físico, da favela ao mangue. A maioria dos brasileiros liga assuntos ambientais somente a florestas e a mídia tem parte da culpa nisso. “O que a gente cobra das empresas a gente cobra da mídia, porque ela também é indústria, e até mais poluidora porque trabalha com a cultura”, defende Roberto.

“Existem dois tipos de jornalismo, aquele que pauta o que o público quer saber, e aquele que pauta o que o público não quer saber mas precisa”, explica o representante da ONG Terramérica, Adalberto Marcondes.

Desafios

Os principais desafios do jornalista ambiental apontados no simpósio foram: primeiro, driblar os jargões, o tecnicismo e o cientificismo que imperam na atual mídia ecológica brasileira. Segundo, é preciso combater a superficialidade que leva o jornalista ambiental a cobrir apenas eventos ou acidentes ecológicos, sem uma visão completa do meio ambiente e seus desdobramento em sua relação com o homem.

Em terceiro lugar é preciso formar o jornalista ambiental com o mesmo cuidado com que se tem formado o jornalista econômico. É necessário que o jornalista conheça o que está falando e tenha sensibilidade. “Os candidatos a presidente da república deram várias entrevistas, e as primeiras perguntas foram sempre sobre economia. A situação melhorará no dia em que um jornalista abrir uma entrevista com o presidente perguntando sobre como o desenvolvimento vai influir na política de combate ao desmatamento”, protesta André Trigueiro.

E por último, é preciso driblar o consumo perdulário, desenfreado e suicida. “O mundo não suportaria, se todos consumissem como os americanos consomem”, comenta o jornalista do Jornal do Meio Ambiente, Vilmar Berna. “São necessários limites, discursos para constranger o consumidor”, completa. Entretanto, Adalberto Marcondes ressalta que após os anos oitenta o principal patrocinador da mídia é o próprio consumo desenfreado, na figura da indústria.

Situação financeira

A mídia ambiental tem, portanto, que vencer seu paradigma e conseguir criticar o modelo que a patrocina. Mas o espaço para isso está cada vez mais reduzido. O editor do JB ecológico e ex-editor do EM Ecologia (caderno especializado do jornal Estado de Minas), Hiram Firmino, reclama que “os repórteres ambientais são obrigados a migrar para a mídia alternativa para poderem trabalhar”.

A imprensa ambiental chega num impasse que é o de ter que conquistar a grande mídia, que a hostiliza por suas posições frente aos patrocinadores. Resta ao jornalismo ambiental preparar de forma mais responsável seus repórteres e apostar na sensibilidade e na criatividade, necessárias para fazer a sociedade compreender a real dimensão da questão ambiental em nossos dias.

Fonte – Jornal do Meio Ambiente

(re) começando

Final de semana retrasado eu e minha irmã tiramos fotos do nosso “antes” para futura comparação com o “depois”.

Sem palavras…

Quando eu precisar de algum estímulo para iniciar a dieta já sei onde recorrer!

Decidi também que volto para Atkins. Conheço a dieta de cabeça, não preciso me preocupar contando calorias, apenas saber que durante 2 semanas minha alimentação estará restringida a apenas 20 gramas de carboidratos por dia.  E o resto apenas proteínas e um pouco de gordura!!!

 

Tempo

Minha palavra chave no momento: ORGANIZAÇÃO!

E vocês nem sabem o quanto isso é complicado. É complicado para quem não tem tempo e para quem tem tempo de sobra. É simples: quem não tem tempo, não consegue administrar as próprias coisas porque muitas vezes não consegue dar conta de tantas responsabilidades. Mas o que consegue ser organizado geralmente não tem vida própria… trabalho aos finais de semana, feriados e madrugadas (segundo essas pessoas: tempo disperdiçado dormindo!).

Quem tem muito tempo sobrando não tem a responsabilidade de prazos, cobranças e horários. Se acomoda porque assume a seguinte postura: “Ah, amanhã eu faço. Não tem pressa mesmo…” E não faz mesmo. Nem hoje e nem amanhã.

Em qual dos dois eu me encaixo? Não sei. Sinceramente. O meu dia-a-dia é agitado. Mil coisas para fazer e acabo sempre sacrificando algo em prol de outra coisa. Isso é horrível! me sinto péssima quando falto aula (mesmo que seja para estudar) e não costumo fazer disso um hábito. Mas quando surge um tempinho livre (geralmente no domingo) eu as vezes “pasto”. Fico em um momento de pura e profunda alienação/letargia. Na maior parte isso acontece porque surge tanto tempo livre de uma vez só que fico perdida sem saber o que fazer primeiro, então canso de ficar odando pela casa como uma barata tonta e paro. De vez.

Como mudar isso? Me organizando. Criando pequenas regrinhas maleáveis para meu dia-a-dia.

Hoje é o dia 1 da organização. Separei o que é lixo, o que preciso estudar e os trabalhos que tenho que terminar para a faculdade. Já organizei minha agenda com as datas de provas, trabalhos e aulas dos meus alunos.

Início…

Não tem mais jeito… não dá para esconder o quão incomodada estou com meu peso.
Na sexta-feira me deparei com um impasse: que roupa usar?
Havia me preparado para entrar no tal vestido, mas a dieta ficava sempre para o dia seguinte. Eu não me dou mais desculpas para não fazer o que não quero (até porque seria ridículo fazer isso!). Mas esse peso excedente está me incomodando absurdamente!

Hoje, em meio a mundo de papéis que me encontro, estou decidindo se volto a Atkins ou faço Reeducação Alimentar mesmo. Ambas são eficientes, mas a Atkins me dá uma resposta mais rápida.

 

 

Cansei do Blogger!

Há semanas tento postar no blogger e não consigo. O sistema de ajuda da Globo.com é uma droga. Vários links para “Clique aqui e se torne um assinante Globo.com” e nenhum para solucionar qualquer problema. E sim… eu só recorri à Globo após tentar insistentemente contactar a equipe/ajuda do blogger. Enfim, cansei.

Pelo péssimo suporte que o Blogger/Globo oferece, acabou de perder uma usuária. E o WordPress acabou de ganhar uma ;)